Miss Bumbum Kerolay Chaves afirma sentir pressão para que sua biss3xualidade seja “comprovada” o tempo todo
A Miss Bumbum Kerolay Chaves, de 24 anos, afirmou que sente uma pressão constante relacionada à própria biss3xualidade e comentou sobre situações em que percebe cobranças para que sua orientação s3xual seja explicada ou “comprovada”. Segundo a influenciadora, esse tipo de questionamento acontece com frequência principalmente quando pessoas biss3xuais não se encaixam em estereótipos criados sobre s3xualidade.
Kerolay afirma que já percebeu esse tipo de cobrança em diferentes momentos da vida pessoal e também nas redes sociais. “Parece que pessoas biss3xuais precisam se explicar ou provar algo o tempo inteiro. Dependendo da pessoa com quem você está ou da forma como você se comporta, começam a questionar se aquilo é real”, afirma.

A influenciadora diz que muitos comentários surgem justamente pela ideia de que a biss3xualidade precisaria ser “validada” por histórico afetivo, aparência ou experiências públicas. “Tem gente que acha que você precisa ficar mostrando relacionamentos ou experiências o tempo inteiro pra provar alguma coisa. Como se a orientação da pessoa dependesse disso”, relata.
Segundo Kerolay Chaves, esse tipo de julgamento também está ligado à forma como mulheres biss3xuais costumam ser vistas dentro e fora das redes sociais. “Ainda existe muita gente tratando biss3xualidade como fase, confusão ou até estratégia pra chamar atenção. Isso desgasta”, afirma.
A Miss Bumbum relembra que já enfrentou outros tipos de julgamentos públicos ligados ao próprio corpo e à imagem construída nas redes sociais. Para ela, a s3xualidade acaba entrando no mesmo lugar de desconfiança e estereótipos. “Quando a mulher já é muito s3xualizada, parece que as pessoas acham que têm direito de opinar sobre tudo, inclusive sobre quem ela é”, diz.
Kerolay afirma que falar sobre o assunto publicamente também é uma forma de quebrar a ideia de que pessoas biss3xuais precisam constantemente se justificar. “A orientação de alguém não deveria depender da aprovação ou entendimento dos outros. Isso deveria ser simples”, conclui.








